TV Case Adventure

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

CADEIRANTE DESTRUINDO A POROROCA...ASSISTE AÍ...

E aí tá de bobeira irmão? Então perde dois minutinhos e se liga aí neste cara que manda bem destruindo onda e dando pra todos nós uma bela lição de vida...A matéria foi feita e publicada na Band (salve, salve, irmãos do Morumbi) Arrebenta Andrezinho...


CANOAGEM NA ISTO É!


PAULO-LIMA-ABRE-IE.jpg
Mesmo com pouco apoio, a equipe Samu Team Brazil,
de canoa havaiana  é bicampeã brasileira e treina para
fortalecer o esporte e disputar o mundial da modalidade
Em qualquer discussão sobre o que mais falta ao Brasil, inevitavelmente alguém saca a palavra educação. Em geral a conversa se encerra ali, com um consenso silencioso e resignado tomando conta dos interlocutores. Mas ainda tendemos a associar educação quase que exclusivamente ao que acontece nas escolas.

Há uma ferramenta de educação tão ou mais poderosa chamada esporte. Existem milhares de trabalhos acadêmicos e científicos comprovando a enorme evolução que qualquer indivíduo que se dedica a uma ou mais atividades esportivas experimenta, não apenas no tocante à saúde em geral e à chamada “inteligência física”, mas na capacidade de conviver e interagir em grupo, na estabilidade emocional, no progresso cognitivo e de maneira resumida, na saúde em seu mais legítimo “lato sensu”.

E, a cada quatro anos, volta a ladainha sobre o ainda incompreensivelmente baixo nível do apoio ao esporte amador no País. Conforme a Olimpíada vai apontando no horizonte, as condições em que nossos atletas treinam e competem destoam brutalmente do que se vê em economias bem menos robustas do que a brasileira. Mais um sinal claro do enorme espaço que nos separa de um estágio de desenvolvimento social razoável. É verdade que houve avanços em modalidades olímpicas como natação, vôlei e algumas outras, mas esportes diversos ainda são tratados como primos pobres num país que há algum tempo deixou de ser visto como tal no cenário internacional.

E, se é assim no cenário olímpico, a coisa piora e muito quando se fala em modalidades que não conquistaram o status de protagonistas da maior celebração esportiva do planeta.

A foto mostra os integrantes da equipe Samu Team Brazil, bicampeã brasileira de “outrigger canoe” ou canoa havaiana. O esporte existe há aproximadamente 3.000 anos, bem antes do surgimento de seu parente mais conhecido, o remo olímpico. No início muito mais um meio de transporte de pessoas e mantimentos entre praias e ilhas da Polinésia, aos poucos foi sendo descoberto como atividade física, lazer e esporte de competição, não só em arquipélagos como Tahiti e Havaí, mas em dezenas de outros lugares e países onde haja mar, rio, lago, raia ou represa e gente querendo evoluir física e mentalmente. Combinando força e atividade aeróbia, o esporte não só estimula significativamente o organismo, produzindo efeitos positivos visíveis e sensíveis em seus praticantes, mas ensina muito sobre relacionamento interpessoal, já que o entrosamento entre os seis atletas (há também canoas individuais, para dois, quatro, seis e até nove remadores), a capacidade de entender e lidar com seus pontos fracos e fortes, a combinação entre força física, estratégia, liderança legítima, senso de orientação são mais importantes do que a mera capacidade muscular dos remadores.

A equipe formada por Rafael Valentin, Luiz Guida, Leonardo Silva, Alan Reynol, Sergio Prieto, Dave Macknight e Vagner Riesco, não só venceu as duas mais recentes competições nacionais, mas entre uma e outra representou o Brasil no campeonato sul-americano na Ilha de Páscoa, território chileno conhecido pelas condições difíceis e “oceânicas” que impõe aos que desafiam suas águas. Encarando mar grosso, o sumiço de uma peça da canoa, equipamentos menos apropriados, as equipes locais que conheciam muito melhor os recortes da costa e o mar da ilha, suas correntes e fundos, e times de vários países do continente, além de outra equipe brasileira, o grupo subiu ao pódio e voltou para casa trazendo a medalha de bronze da competição.

Apesar do importante apoio conseguido junto à Unimed e à Team Brazil, loja especializada e escola de treinamento que incentiva fortemente os esportes náuticos, os atletas tiveram que buscar com amigos, familiares e nas próprias poupanças o complemento financeiro para bancar passagens, hospedagem, alimentação, além de treinamentos, já que dois dos integrantes vivem no Rio e os demais em São Paulo. Nos planos, o campeonato mundial, que acontecerá em agosto no Canadá.

Nessa época em que dezenas de projetos olímpicos envolvendo mídia, promoções e anúncios são deflagrados, é bom relembrar o que é exatamente o esporte amador, que deu origem aos jogos olímpicos. Aquele que é praticado por quem ama o que faz e faz porque ama.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

PICO ADVENTURE: REPRESA DE JUQUITIBA


Olha os caras aí tirando uma onda na represa de Juquitiba. Vini, Rogério e Serrão e os sit on top da Brudden. Vou remar por lá depois conto como foi!!!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

CAIAQUE E CAMPING, COMBINA?????????

Amanhecer no Rio Paraguai - Corumbá-MS.
Foto: João Almeida

Combina sim. E muito! Em um país tão cheio de água e mato, um bom acampamento depois de uma remada é pedida certa. Então, está aí o tema de nossa próxima reportagem! Vamos produzir. Aliás, se alguém tiver alguma dica de pico legal, manda aí!!!

domingo, 12 de fevereiro de 2012

REMANDO E CLICANDO!!!



Certas imagens somente são possíveis a bordo de um caiaque, quando não há ruídos de motores. Esta foto foi feita no manguezal do rio Guaratuba, em Bertioga. O Guará, pássaro que alguns chegaram a decretar a extinção na região, está lá, com sua plumagem avermelhada!  

PICO ADVENTURE: PONTA DA JOATINGA


Fotos: André Silva e João Almeida
Texto e Remo: João Almeida

João Almeida no paredão da Joatinga. Foto: André Silva

"Vocês passar naquele inferno nesses barquinhos aí?" A frase foi dita por um velho caiçara, na praia dos Sanchos em Trindade, no Rio de Janeiro. Os barquinhos eram nossos Sit On Top, da Brudden (modelo Fly Fishing). O experiente caiçara estava falando comigo, Eduardo Standersk, Marcelo Liochi, Gustavo Nogueira e Carlos Marcondes. Cinco remadores que resolveram desafiar todas as lendas que cercam a temida Ponta da Joatinga, um paredão de quase 8 quilômetros de extensão, que fica bem pertinho de Paraty, no litoral fluminense. Para pescadores e caiçaras mais antigos, este é o verdadeiro inferno para embarcações. O vento entra de todos os lados e pode chegar sempre a qualquer momento. Fomos orientados por navegadores experientes a somente passar, quando todas as condições climáticas estivessem favoráveis. Naquele final de semana, o "dia favorável" era o domingo. Saímos de Trindade no sábado, com um dia acinzentado. Um clima de expectativa tomava conta de todos. A Ponta da Joatinga nos esperava. Passar ou não passar? Veremos quando chegarmos lá.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

PRIMEIRA CLÍNICA DE CANOA HAVAIANA NA TEAM BRAZIL

Aplicada Por Sérgio Prieto, um dos líderes da Equipe Samu, de Canoa Havaiana, a primeira clínica da modalidade na Team Brazil, deixou um novo grupo de amigos e um gostinho de quero mais. Veja o vídeo produzido pela equipe da Case Adventure.


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012


Amigos da Canoa Havaiana. Lembrança de um dia inesquecível na represa de Guarapiranga!!!

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

COLETE DE UTILIDADES

Já teve a sensação, no meio de uma remada, de que esqueceu alguma coisa? Ah, e quando seu caiaque não tem compartimentos para carregar nada? Acontece! É pensando exatamente nisso que as empresas que trabalham no ramo de acessórios para práticas de esportes náuticos não param de lançar novidades capazes de tornar mais confortável sua atividade.


Que tal esse colete, onde é possível até mesmo guardar o frasco de água? Olhando bem, até os pescadores embarcados estão a salvos. Ou não carregam uma série de tralhas no caiaque? Fica então a dica deste verdadeiro "colete de utilidades" da Hidro2. O preço é meio salgado: R$ 280,00. Mas quando estiver bem no meio da remada, você nem pensará que gastou tanto por um colete. 

HELICÓPTERO DA PM BAIANA RESGATA NÁUFRAGOS DE CAIAQUE

Três pessoas foram resgatadas no final da tarde de sexta-feira (2) por um helicóptero do Grupamento Aéreo da Polícia Militar (Graer) depois do naufrágio de um caiaque de competição no Rio Vermelho, na altura da Rua Fonte do Boi. Mais tarde, outras cinco pessoas, que faziam parte do mesmo grupo, foram socorridas pela Marinha. “A aeronave já estava realizando rondas aéreas de policiamento e se deslocou imediatamente com os equipamentos de resgate a bordo, conseguindo rapidamente resgatar três dos ocupantes”, informou o comandante do Graer, tenente-coronel Lázaro. No momento do naufrágio, o mar e o vento estavam bastantes agitados e nenhuma embarcação passava pela região.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

PICO ADVENTURE: PRAIA DA COCANHA, EM CARAGUÁ

Fotos: André Silva
Texto e remo: João Almeida



Chegar a praia da Cocanha, em Caraguatatuba, no litoral norte de SP, pelo mar é uma belíssima experiência. O difícil mesmo, é o início do caminho até lá. Escolhemos entrar pela praia de Massaguaçu, uma  bem ao lado. Por que?? Emoção. É uma paraia de tombo, com uma arrebentação animal. Tem que esperar a hora certinha pra subir no caiaque e botar o bicho no mar. Alguns segundos a mais ou a menos e pronto, você emborca. Dependendo da força da onda, pode até ser arremessado pra areia. Passado esse perrengue aí, pronto. Água tranquila, verdinha nos dias de verão e até no inverno. Olhos atentos e lá estão elas, tartarugas enormes. Na região elas são protegidas pelo projeto Tamar e nadam a vontade. Quando caem na rede, são logo tiradas do perigo. Se estão machucadas, são levadas para a sede do Tamar alí pertinho. Tem sido assim, ainda bem! Quando remei lá, dei sorte. Os parceiros Edu, Carlão, Liochi e Gustavo já tinham um pouco mais de experiência, mas nada que alguns minutos de remo não resolvam.